Mestre Benon do Guerreiro Treme Terra
Natural da cidade do Cabo, em Pernambuco, Mestre Benon veio morar em Alagoas ainda criança. Foi na cidade de Cajueiro que ele conheceu o Guerreiro, mas foi no bairro da Chã de Bebedouro, em Maceió, com o Guerreiro Treme-Terra que ele ganhou evidência.
Em 2006 foi reconhecido pelo seu trabalho dedicado ao folclore e a cultura de Alagoas como um dos Patrimônios Vivo de Alagoas.
Referência do folclore alagoano com seu Guerreiro Treme-Terra das Alagoas, Benon Pinto da Silva de 79 anos, um dos Patrimônios Vivo de Alagoas, faleceu dia 28 de Abril de 2016, em decorrência de uma hemorragia, no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió.
Guerreiro
O Guerreiro é um auto natalino genuinamente alagoano, de caráter dramático, profano e religioso. É uma junção de elementos dos pastoris, cheganças, quilombos, caboclinhos, e na opinião dos estudiosos do folclore se trata de um reisado moderno.
Surgiu em Alagoas na década de 20 do século XX, o folguedo apresenta um grupo de cantores e dançadores acompanhados de uma sanfona, tambor e pandeiros, que conta e canta através do sincretismo religioso a chegada do messias e a homenagem dos três reis magos, entre os dias 24 de dezembro até o Dia de Reis, em 6 de janeiro.
O Índio Peri, a Lira, o Papa-figo, a Alma, o Zabelê, o Sapo, o Mateu, o Doido, o Mata-mosquito, a Sereia, a Estrela Dalva, os Reis e Rainhas. Estes são alguns dos inumeráveis personagens que podem compor um auto de Guerreiro, sobre o comando do Mestre e sua espada, com seu incrível chapéu em formato de igreja de onde caem fitas de cetim multicoloridas.
A indumentária é carregada de espelhos, miçangas, brilho, lantejoulas e cores, muitas cores, todas elas. Os homens usam calções e meias brancas bem longas, imitando as roupas dos nobres e reis da corte, as mulheres usam vestidos com acessórios referentes a seus personagens, tudo isso compõe o visual das apresentações deste folguedo popular alagoano.
Fonte: overmundo.com.br
Blocos carnavalesco
O bloco da Raposa nasceu no dia 1º de fevereiro de 2007, de uma brincadeira entre os amigos Manoel, Edson e Edvan (Muica). Em uma mesa de bar, os três decidiram colocar o bloco na rua, que foi denominado “Bloco da Raposa”, por sugestão de Muica. O nome é uma homenagem a mascote de um clube de futebol amador filiado a FAF, o Cruzeiro Sport Clube Bebedouro, fundado em 05 de junho de 1973.Desde que foi criado, em 2007, o bloco que sai pelas ruas do bairro no domingo e na terça-feira de carnaval, se consagrou como o melhor da região.



Nenhum comentário:
Postar um comentário